PROVAS E GABARITOS

 

AVALIAÇÃO PARCIAL - 8° ANO - 1° TRIMESTRE/2013

 

 

GABARITO – AVALIAÇÃO PARCIAL – 8° ANO – 1° TRI – 2013

1. Os japoneses, depois de vários cruzamentos na busca por uma espécie canina menor, conseguiram obtê-la.

2. a) Possuía dentes afiadíssimos, visão e audição apuradas, era carnívoro e feroz.

b) O cão comia madeira, possuía dentes de platina, aparelho acústico nos ouvidos, lentes de contato, além de ser minúsculo.

3. C

4. E

5. a) Armando não dava nada a ninguém segundo a esposa de Heitor e era interesseiro.

b) Heitor mandou que o cão devorasse duas pessoas, sem a menor compaixão.

6. O conto possui elementos verossímeis, como um amigo que, depois de uma viagem, mostra um pequeno e útil suvenir ao amigo. Entretanto, a partir daí, estabelecem-se os elementos inverossímeis: o cão “turbinado”, com dentes de platina e ouvido com aparelho, além de lentes de contato para enxergar ainda melhor. Mas o elemento inverossímil mais significativo seria a indiferença de Heitor frente à violência apresentada por seu cão. E aprovadíssima por seu dono. Assim, o conto fantástico se revela: pontos verossímeis e inverossímeis se costuram no decorrer do texto, causando um estranhamento ao leitor.

7. a) O cão irá devorar a esposa de Heitor. / O cão devorou Heitor.

b) Heitor sorri e grita, provavelmente, de felicidade. / Heitor sorri, imaginando que a mulher será atacada, mas ele é a vítima; daí, o grito.

c) O cão de língua de fora já demonstra alegria e ansiedade pelo que virá / ou pelo que acabou de fazer.

8. a) Há sujeito composto e oculto.

b) Heitor e Armando são os núcleos indicados no período anterior.

c) O termo pluralizado não corresponde ao sujeito do VTD haver e sim a seu OD.

9. É OD.

10. a) PV; b) PN; c) PV; e) PVN

11. a) “Quanto à mulher, via (VTD) apenas um cãozinho com a língua de fora”

b) “- É (VL) um cão japonês”.

c) “O senhor Heitor, que enxergava (VI) mal, (...)”.

 

 


GABARITO – AVALIAÇÃO TRIMESTRAL – 8° ANO – 1° TRI – 2013

 

 

  1. A
  2. D
  3. A
  4. A
  5. O cenário é todo escuro, apenas uma lanterna o ilumina até que encontra Josh dormindo na cama da prisão e este acorda. Provavelmente, tal situação serve para remeter o espectador/leitor à apreensão, ao drama vivido por todos os personagens, à situação de amargura do protagonista.
  6. “Nós costumávamos fazer tortas de lama juntos”; “Você gostava de mim”.
  7. As balas mataram cinco, mas magoaram o coração de muitos familiares e amigos das vítimas, além de chocar aqueles que acompanharam o caso, possivelmente, pela mídia.
  8. É coerente em parte, pois o texto dá a entender que Josh tinha amigos, mas com os quais costumava ter brincadeiras que valorizavam a violência: “Quando tínhamos onze, você me deixava brincar de guerra com você e os outros garotos por que você gostava de como eu morria”.
  9. Isso, porque sua atitude violenta não trouxe a ele um fim desejado: os problemas não acabaram, já que sua consciência o lembrava disso e a realidade lhe mostrava um destino amargo: “Quando eu os matei, matei também as minhas possibilidades. Eu nunca vou poder esperar nada. Nunca. Esse é o resto da minha vida? (Josh cai de joelhos, devastado.) Oh, Deus”.
  10. a) Com a mãe, o relacionamento de Josh era agradável, carinhoso. A mãe canta para ele, assim que ele se lembra dela, como fazia, quando o filho não conseguia dormir, apesar de cobrá-lo pelas obrigações de sua idade.

b) Significa que Josh amava o pai, mas tinha com ele problemas de relacionamento. Quando afirma que o queria morto é uma forma de descarregar a raiva que tinha do pai, quando este não o ouvia e lhe cobrava atitudes diferentes das que Josh queria tomar.

11 a)  Os personagens sentem falta de fatos corriqueiros, mas valiosos no dia a dia, para os quais, normalmente, não damos muita importância, a não ser quando os perdemos.

b) Provavelmente, quis despertar no espectador/leitor uma reflexão e uma sensibilização; talvez seja uma tentativa de fazê-lo dar mais valor aos pequenos acontecimentos e pessoas que o rodeiam.

12. a) Segundo Calvin, a infância também apresenta momentos ruins, como os de bullying, sofrido por tantas pessoas e que, na idade adulta, parecem esquecê-los.

b) (x) bullying

13. Eu sinto falta de quando você vai beijá-la.

14. Ocorre VTD, já que “dos meus amigos” não corresponde a um OI e faz referência a “coração” e não ao verbo atravessou.

15. a) VTD

b) VTD

c) VL

d) VTD

e) VTD

16. Há um PVN: “costumávamos fazer” é uma locução verbal núcleo, com valor de VTD, e “juntos” é o outro núcleo e predicativo do sujeito “nós”.

17. Há um PVN: “deixaram” é o núcleo e VTD e “feridas” é o outro núcleo e predicativo do objeto “23 pessoas”.

 

 

GABARITO – PROVA TRIMESTRAL - 2° TRIMESTRE 

1.   a) Era uma velha miúda, magrinha, bem vestida e bem coberta, discreta no jeito de vestir.

b)   Apesar de a senhora estar vestida com capricho, aparentava ar de humildade, de modéstia.

2.   Dona Custódia era discreta e silenciosa, o que ajudaria no ofício do narrador: era escritor. Portanto precisava de paz para se concentrar.

3.   B

4.   A

5.   Pois, ao final, nota-se que um dos motivos de ter procurado emprego com o narrador foi poder reunir as amigas e fingir que ainda tinha posses e bom padrão de vida.

6.   1) adj. adv. de companhia    2) adj. adv. de lugar

7.   a) Enfatiza a idéia de lugar distante.

b) Dona Custódia quis demonstrar que estaria em outro lugar, distante, durante a ausência do patrão.

8. a) Ele encontrou sua casa modificada, com os móveis fora do lugar, bibelôs e toalhinhas, além de velhinhas tomando chá com sua empregada.

b) Procurou contornar a situação, apresentando o narrador como seu hóspede, fazendo parecer que a casa era sua.

c) Definiu-se como a “pobreza envergonhada”. Quis dizer que ficou pobre, ao ficar viúva, e teve de procurar emprego de empregada, o que muito a constrangia.

d) Ele teve pena dela.

9. a) Ele se apaixonou por uma das amigas de dona Custódia, uma viúva  conservada.

b) Ela não aceitou o fato de “seu hóspede” se aproximar dessa forma de sua amiga; era um desrespeito.

c) “Até que Dona Custódia soube, descobriu tudo, ficou escandalizada! Não admitia que uma amiga fizesse aquilo com seu hóspede”.

d) Estão contra, pois, no início, ela se portava de forma humilde e discreta. Depois, ao considerar o patrão seu hóspede, demonstra arrogância.

10. a) É OI, pois complete o VTI “restringe”.

b) É A. Adnominal, pois se refere ao substantivo concreto “móveis”.

11. C

12. B

13. E

14. A

15. B

16. B

 

 

CORREÇÃO – AV. PARCIAL – 3° TRIMESTRE – 8° ANO

1. a) prorroga, atrasa, prolonga

b) esperam, buscam, pretendem

c) cuidar, organizar, gerenciar

d) prolonga, dura, continua

2. C

3. O objetivo foi de criticar a sociedade atual, que protege os jovens além do esperado, criando, assim, uma geração infantilizada.

4. Indica que a questão discutida envolve toda a sociedade.

5. Porque ela fica indignada ao perceber que os jovens se reconhecem assim, infantilizados.

6. A) É o fato de os pais os tratarem como adolescentes, já sendo adultos.

B) Pais autorizam os filhos ainda tão jovens a frequentarem festas noturnas, mas não os deixam administrar sozinhos a vida escolar. Além disso, professores de faculdade julgam seus alunos imaturos, mas não os motivam a se envolver no curso.

7. Ambos os textos retratam a superproteção dos pais quanto à vida real, não os deixando enfrentar sozinhos o mundo e suas dificuldades.

8. Talvez, porque o verbo calçar remeta a sapatos, caminhos, escolhas das trilhas da vida.

9. Há três períodos e dez orações.

10. 1. Oração coordenada assindética

2. Oração coordenada sindética adversativa

3. Oração coordenada sindética explicativa

4. Oração coordenada sindética aditiva

11. É “Por isso é bom que os pais e educadores pensem com carinho na educação que praticam”. Mostra que os pais devem se dedicar muito na formação dos filhos para que eles cresçam de forma adequada.

12. Ocorre uma expressão adverbial feminina.

13. Porque são palavras repetidas.

14. D

15. D